jul 17

Cristotecas, Baladas Santa e Santos de Calças Jeans?!?

Ao longo da minha caminha já fui a cristotecas, cristofolias e baladas santas em geral.

Mas confesso que nunca me senti a vontade nestes locais. O vazio era o mesmo de quando eu participava de baladas seculares. Algo me incomodava, mas eu não sabia o que era, afinal de contas, eram lideres jovens e padres que estavam apoiando estes eventos.

Conforme o tempo vai passando vamos buscando formações, amadurecendo na fé e conhecendo a riqueza de nossa Igreja. E assim vamos descobrindo que não precisamos renovar nada nem reinventar nada. Mas simplesmente viver verdadeiramente o que o Evangelho e a Igreja nos propõem.

Temos que esclarecer algumas coisas como algumas frases que supostamente seria do Papa João Paulo II, como, “Precisamos de Santos de Calças Jeans” e outras. Se procurarmos no google não há nenhum site confiável que diz que esta frase foi dita pelo Papa. Não há nada no site do vaticano, nem em documentos da igreja que contêm tais frases direcionadas aos jovens. (Ver no Google)

E com isso queremos justificar atividades seculares atribuindo o nome de cristo como se fosse bom. Achamos que fazendo o que o mundo faz vamos converter a juventude, vamos atrair a juventude para Deus. Isso é uma grande mentira que o demônio inseriu em nosso meio!

Um santo de nossa Igreja diz:
Quando uma pessoa entra em um baile, deixa na porta o seu anjo da guarda e o substitui por um demônio. (São João Maria Vianney - "Cura D´Ars").

Não é o as atividades do mundo dentro da igreja que vão atrair os jovens para ela, mas sim o encontro pessoal com Jesus!!!

Realmente não é fácil deixar algumas coisas mundanas, mas vamos abrir nosso coração para algumas palavras de santos padres:


Padre Mateus Maria:

 

Padre Roberto Littieri:

 

Salve Maria!!!

abr 06

Em Resposta...

Navegando pela internet procurando algumas referencias da banda Rosa de Saron, que vejo que perderam o sentido da missão da evangelização, que falarei em um outro momento,  encontrei e um blog o seguinte titulo “André Valadão e Rosa de Saron (católica), algum problema?
Achei interessante e prestei a ler o blog, pois não sabia deste fato. O post inicia com o seguinte texto:

“Muitas religiões como budismo, islamismo, espiritismo, candomblé, catolicismo, enfim, tem propagado existir salvação fora de Jesus, através de obras de caridade, boas ações, boa conduta moral, esforço próprio, mérito pessoal, por intermédio de "santos" e entidades, enfim.”


Caro Ismael Moura, comparar o Catolicismo que é plenamente Cristão com budismo, islamismo, espiritismo, candomblé?
Dizer que o Catolicismo prega a salvação fora de Jesus?

Comparar santos com entidades (demônios)?
Na verdade vejo que alguns irmãos ”evangélicos”, “protestantes” e outros, não conhecem nada do Catolicismo!  Ou então tapam os olhos para verdade, ou até pode ser que se esforçam para serem menos inteligentes, lógico que não são todos. Não são capazes de entender que o Católico NÃO ADORA IMAGENS, os Católicos ama ao Senhor Jesus Cristo acima de todas as coisas. Santos são aquelas pessoas que dedicaram suas vidas a seguir o evangelho radicalmente, e os temos como exemplo de pessoas, exemplos de verdadeiros Cristãos que estão próximos a Jesus.

Todos são chamados a sermos santos, a seguir o evangelho com radicalidade e violências no Espírito Santo. Somos chamados a Amar com Amor gratuito.  
Existem sim, pessoas mal formadas na Igreja Católica e com muita superstição que precisamos bem formá-las com a verdade.

Neste mesmo post li que o autor conheceu uma suposta “carismática”, acho que ele quis dizer que conheceu um católico que faz parte do movimento da Renovação Carismática Católica (RCC). Também faço parte do movimento da RCC, mas acima de tudo somos Católicos Apostólicos Romano, e procuramos formação com a mente aberta, desarmados e com a ciência dada pelo Espírito Santo. Mas não deixamos de ter Mãe por ser da RCC! “Mulher, eis aí teu filho; filho, eis aí tua mãe (Jo 19, 26-27)”

Sobe o Pastor e Musico André Valadão estar junto ao Rosa de Saron em um show, não vi problema algum, até acho que ajudou a evangelizar, pois infelizmente estamos vendo que a banda Católica Rosa de Saron esta deixando a desejar. Sabemos que show é um pretexto para evangelização, e o André Valadão conduziu muito bem o louvor a nosso senhor Jesus Cristo.

Abaixo o Video da Banda Rosa de Saron e André Valadão.

jan 16

Foram necessários apenas 25 minutos para que a jovem Chiara "Luce" (Luz) Badano desse um "sim" definitivo e irrevogável a Jesus.

A postura decidida da jovem alcançou um de seus frutos mais importantes no dia 25 de setembro de 2010. Foi nesse dia que a Igreja proclamou oficialmente a italiana como Beata, a primeira integrante do Movimento dos Focolares a alcançar esse reconhecimento – a jovem era extremamente ativa no Gen (Geração Nova), setor juvenil do Movimento. Participaram da cerimônia milhares de pessoas, de mais de 40 países dos cinco continentes.

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O heroísmo possível aos 18 anos. Foi o que reconheceu hoje o Papa ao aprovar um decreto da Congregação da Causa dos Santos no qual afirma-se que Chiara Badano praticou em grau heróico as virtudes cristãs. Segundo o procedimento típico dos processos de beatificação, a jovem de 18 anos foi declarada “venerável”. É a etapa que antecede imediatamente a beatificação, quando e se será reconhecida a autenticidade de um milagre.

Chiara Luce concluiu a sua viagem terrena no dia 7 de outubro de 1990, após dois anos de uma dolorosa doença, um tumor ósseo que progressivamente a privou das forças, mas não lhe tirou a alegria de viver. Uma alegria conquistada com heroísmo.

“Existe o heroísmo quando o comportamento virtuoso se prolonga no tempo e torna-se particularmente difícil, tanto que supera o modo normal de agir, manifestando, desse modo, a constante determinação de conformar-se, em tudo, à vontade de Deus”. Assim explicou Dom Livio Maritano, bispo emérito de Acqui, que em 1990 deu início à fase diocesana do processo de beatificação.

Foi o Evangelho que a sustentou nos momentos mais difíceis de provação, e o encontro com um Deus próximo, também ele sofredor, redescoberto na figura de Jesus que sobre a cruz chega a gritar o abandono do Pai. Uma fé viva, jovem, que nutria-se abundantemente do contato com a espiritualidade da unidade e com Chiara Lubich, que ela conheceu com a idade de 9 anos.

Chiara Badano nasceu em Sassello (Savona – Itália) em 29 de outubro de 1971, após 11 anos de espera de seus pais. Em 1981, com o pai e a mãe, participou do Family Fest, em Roma – uma manifestação mundial do Movimento dos Focolares. Para todos três foi o início de uma nova vida. Na sua pequena cidade Chiara lançou-se a amar as colegas de escola, qualquer pessoa que passava ao seu lado, decidida a viver com radicalidade o Evangelho que a tinha fascinado. Logo se comprometeu, com grande ardor, entre as meninas da sua idade no Movimento.

Poucos anos depois uma forte dor nas costas, durante uma partida de tênis, causou a suspeita dos médicos. Tiveram início exames clínicos de todos os tipos para definir a causa das dores. Logo chegou-se ao diagnóstico de um tumor ósseo. Continuaram as consultas e exames, até que no final de fevereiro de 1989 Chiara faz a primeira operação: as esperanças são poucas. As jovens que partilham de seu mesmo ideal, e outras pessoas do Movimento, se alternam em visitas ao hospital, para sustentar ela e sua família com a unidade e a ajuda concreta. As internações no hospital, em Turim, tornam-se cada vez mais freqüentes e os tratamentos são muito dolorosos. Chiara os enfrenta com grande coragem. Diante de cada nova “surpresa” o seu oferecimento é decidido: “Por ti, Jesus, se tu queres eu também quero!”.

Não obstante a gravidade de suas condições logo que a saúde o permite Chiara participa pessoalmente, com alegria e entusiasmo, de tudo que acontece no Movimento dos Focolares.

Uma outra grande provação não tarda a chegar, é quando Chiara não pode mais andar. Uma nova operação, muito dolorosa, revela-se inútil. Para ela é um sofrimento imenso e encontra-se como em um túnel escuro. Mas encontra ainda a força para continuar a amar e a luz retorna. “Se tivesse que escolher entre caminhar e ir para o Paraíso – ela confia a alguém – sem hesitar escolheria ir para o Paraíso. Agora é só isso que me interessa”.

Desde pequena tinha procurado viver o Evangelho 100%, embora com os altos e baixos da adolescência. Dirigindo-se aos amigos escreveu em sua agenda:
“Saí da vida de vocês num segundo. Como eu teria desejado parar aquele trem que corria e se afastava cada vez mais! Mas ainda não entendia. Estava ainda absorvida por tantas ambições, projetos e quem sabe o que mais (coisas que agora me parecem insignificantes, fúteis, passageiras). Um outro mundo me esperava e não me restava senão abandonar-me. Mas agora eu me sinto envolvida por um desígnio esplêndido que aos poucos se revela”.

O médico que a acompanha, cético e muito crítico em relação à Igreja, fica cada vez mais profundamente tocado pelo testemunho seu e de seus pais. “Desde quando conheci Chiara alguma coisa mudou dentro de mim. Aqui existe coerência, aqui, na minha opinião, todo o cristianismo se encaixa”.

O seu relacionamento com Chiara Lubich é muito estreito e a mantém constantemente informada sobre o estado da sua saúde, suas conquistas e descobertas. No dia 30 de setembro de 1989 Chiara Lubich lhe responde: “... Vejo que você está totalmente voltada a corresponder ao amor de Deus e a dizer-lhe o seu constante ‘sim’. Eu lhe acompanho sempre com a minha oração e com todo o meu amor. Escolhi a Palavra de Vida que você desejava: ‘Quem permanece em mim e eu nele, produz muito fruto’. Um abraço Chiara, peço ao Espírito Santo que lhe dê o dom da fortaleza, para que a sua alma, pelo amor a Jesus abandonado, possa sempre ‘cantar’...”.

Embora na imobilidade Chiara é muito ativa. Pelo telefone acompanha o grupo dos Jovens por um Mundo Unido de Savona, com mensagens, cartões e cartazes faz sentir a sua presença nos Congressos e atividades, procura todos os meios para fazer com que seus amigos e colegas de escola conheçam os gen e as gen, convida muitos deles para o Genfest ’90 (encontro internacional dos Jovens por um Mundo Unido, realizado em Roma, em maio de 1990), que tem a alegria de assistir graças a uma antena parabólica montada no teto de sua casa.

No início do verão os médicos decidem interromper as terapias. É impossível parar a doença. Chiara logo informa Chiara Lubich sobre a situação. É o dia 19 de julho de 1990: “A medicina depôs as suas armas. Interrompendo os tratamentos as dores nas costas aumentaram e quase não consigo mais me mexer. Sinto-me tão pequena e o caminho a percorrer é tão árduo... muitas vezes sinto-me sufocada pela dor. Mas é o Esposo que vem me encontrar, não é? Sim, eu também repito, com você: ‘Se tu queres, eu também quero’... Tenho certeza que com ele venceremos o mundo!”.

Chiara Lubich responde imediatamente: “Chiara, não tenha medo de dizer-lhe o seu sim, momento por momento. Ele lhe dará a força, esteja certa disso! Eu também rezo  e estou sempre aí com você. Deus lhe ama imensamente e quer penetrar no íntimo da sua alma e fazer com que você experimente gotas de céu. ‘Chiara Luce’ (‘Clara Luz’, ndR) é o nome que escolhi para você. Você gosta? É a luz do Ideal que vence o mundo. Eu o mando a você junto com todo o meu afeto...”.

Com o agravamento da doença seria necessário aumentar a dosagem de morfina mas Chiara Luce se recusa: “tira a minha lucidez e é só a dor o que posso oferecer a Jesus”.

Num momento de grande sofrimento físico confia à sua mãe que o seu coração está cantando: “Eis-me aqui Jesus, ainda hoje, diante de ti...”. Tem a certeza de que logo irá encontrá-lo e se prepara. Uma manhã, depois de uma noite difícil, é espontâneo para ela repetir, com breves intervalos: “Vem, Senhor Jesus”. Às 11 horas, inesperadamente, chega um sacerdote do Movimento para visitá-la. Chiara Luce fica felicíssima porque desde cedo desejava receber Jesus Eucaristia. É o seu companheiro na última viagem.

Chiara Luce foi para o céu no dia 7 de outubro de 1990. Ela tinha pensado em tudo: nos cantos para o seu funeral, nas flores, no penteado e no vestido, que queria que fosse branco, como de uma noiva, com uma recomendação: “Mamãe, enquanto você estiver me preparando deve repetir sempre: agora Chiara Luce está vendo Jesus ... estejam felizes porque eu estou feliz”. Seu pai tinha lhe perguntado se gostaria de doar as suas córneas ao que ela havia respondido com um lindo sorriso. Logo depois da partida de Chiara Luce para o céu Chiara Lubich envia um telegrama aos pais: “Agradeçamos a Deus por esta sua obra-prima luminosa”.

A sua fama se difunde e Chiara Luce torna-se uma referência para muitos jovens que encontram na sua história um sentido para a vida, um ideal que não passa. Todos os anos, no dia 7 de outubro, aniversário de sua morte, são muitos os que se reúnem no cemitério de Sassello para recordá-la.

 

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Tributo a Chiara Luce

 

 

Fonte: http://www.focolare.org/articolo.php?codart=5746

nov 25

Recebi recentimento por e-mail um artigo que trata sobre a falácia do que o Papa disse sobre o o preservativo e achei interessante postar parte dela em meu blog.

Você tambem pode ouvir o PodCast que o Pe. Paulo Ricardo fala sobre o assunto, no inicio ele faz uma declaração da dificuldade de manter seu site no ar e em seguida fala do assunto.

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Fonte: http://padrepauloricardo.org/audio/11parresia/

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“Concentrar-se apenas no preservativo equivale a banalizar a sexualidade, e é justamente esta banalização o motivo de tantas pessoas não enxergarem na sexualidade uma expressão do amor, e sim uma espécie de droga, que aplicam a si mesmas.”

“Pode haver certos casos em que o uso do preservativo se justifique, por exemplo, quando uma prostituta usa um profilático. Este pode ser o primeiro passo no sentido de uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade, consciente de que nem tudo está perdido e não se pode fazer tudo aquilo que se deseja.”

As duas falas acima são do papa Bento 16 em entrevista ao escritor alemão Peter Seewald. O encontro deu origem a um livro: “A Luz do Mundo, O Papa, A Igreja e Os Sinais dos Tempos – Uma Conversa com Bento XVI”. O trecho sobre o uso da camisinha ganhou as manchetes do mundo inteiro porque seria

a) uma mudança de postura da Igreja;

b) um avanço que contribuiria para combater a disseminação da Aids.

Incrível! De algum modo, as duas leituras revelam má consciência em relação ao pensamento da Igreja. Cuidemos da suposta mudança de opinião do papa. Não aconteceu. Segue a mesma no que concerne à sexualidade, e não há hipótese, nem agora nem depois, de o chefe da Igreja “liberar” o uso da camisinha porque não lhe cabe. Ele não é autoridade em saúde pública ou membro de algum comitê de controle da natalidade. É o líder espiritual de uma Igreja e uma referência moral.

Ocorre que todo católico — sejamos mais amplos: todo cristão —, confrontado com o inevitável, tem um compromisso com o mal menor, SEM, NO ENTANTO, JAMAIS ABRIR MÃO, COMO FAZ O PAPA, DE DEFENDER O PRINCÍPIO E DENUNCIAR O DESVIO. Convenham: dada a situação concreta, esperavam que o papa dissesse o quê?

Disseminação da Aids

Vamos ao segundo aspecto: aquela que seria uma nova opinião da Igreja Católica contribuiria para diminuir a disseminação da doença. Isso só seria verdade caso se admitisse como fato que a suposta posição anterior contribuiria para espalhá-la. O uso da camisinha é um aspecto de uma doutrina maior que diz respeito ao amor e à sexualidade. Pode-se achar errado, contraproducente ou irrealista o pensamento da Igreja, mas não se deve tomar a parte pelo todo. É estúpido afirmar que a Igreja “é contra a camisinha”; esta é tomada apenas como um sinal do que ela considera a banalização do sexo. Mas ainda não se chegou ao essencial.

A camisinha é condenada como a evidência material de uma decisão que é de natureza moral. Para a Igreja, se há uma relação sexual amorosa, entre cônjuges, que convivem num clima de fidelidade e confiança, o preservativo não se explica. “Ah, mas isso também é polêmico!” Pode até ser, mas a polêmica é outra. É estúpido afirmar que a opinião da Igreja sobre a camisinha contribui para disseminar a Aids pela simples e óbvia razão de que, seguidas as suas recomendações, a transmissão do vírus pela via sexual seria zero. O que não é aceitável é que os indivíduos se esqueçam da Igreja ao ignorar a castidade antes do casamento e a fidelidade no matrimônio para argumentar que seguiram a sua recomendação só na hora de evitar a camisinha. Essa falácia lógica é repetida mundo afora por inimigos da Igreja e comprada pelo jornalismo sem questionamento.

Aids e África

Organizações ligadas ao combate à Aids na África saudaram a “mudança de opinião”. Huuummm… Curioso! Em muitos países do continente, a contaminação chega a atingir até 40% da população. Em Uganda, caiu para 7% — índice ainda escandaloso caso se considere a realidade mundial. E qual é a particularidade desse país? Um forte programa oficial que prega abstenção sexual aos solteiros e fidelidade aos casados. A camisinha é apenas o terceiro elemento na pregação oficial. Em suma, Uganda exerce aquela que seria, caso se lhe coubesse tal papel, o programa do Papa de combate à Aids. E o efeito é positivo. Contra os fatos e contra os números, a Human Rights Watch afirma que a política ungandense atenta contra os direitos humanos…

Edward Green é uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard. O que ele diz? O PAPA ESTÁ CERTO. AS EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS CONFIRMAM O QUE DIZ SUA SANTIDADE. Ora, como pode o papa estar certo? Em entrevistasa concedidas no ano passado aos sites National Review Online (NRO) e Ilsussidiario.net, Green afirma que as evidências que existem apontam que a distribuição em massa de camisinha não é eficiente para reduzir a contaminação na África.

Na verdade, ao NRO, ele afirmou que não havia uma relação consistente entre tal política e a diminuição da contaminação. Ao Ilsuodiario, ele fala como cientista, como estudioso, não como religioso: “O que nós vemos de fato é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento da AIDS. Não sabemos todas as razões. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos ‘risco compensação” – literalmente, nas palavras dele ao NRO: “Quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, freqüentemente perde o benefício (dessa redução) correndo mais riscos do que aquele que não a usa”.

O papa, em última instância, está afirmando o óbvio: se o indivíduo DECIDIU ter uma relação de risco, é claro que ele deve se proteger. A Igreja não atua nessa área. Seu papel é buscar interferir nos mecanismos que o levam àquela decisão.

 

Fonte: http://www.regina-apostolorum.com/2010/11/preservativo-o-que-o-papa-disse-o-que.html

jul 24

No dia 21 de julho de 2010 no centro da cidade de Ribeirão preto um grupo Católico do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira realizava uma campanha “Caravana Terra de Santa Cruz” contra o Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH/3 (Decreto nº 7.037) que basicamente visa:


·         Apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos.

o   Obs.: Permitir que mulheres matem seus filhos.

 

·         Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.

o   Obs.: Permitir que casais homossexuais adotem e criem crianças como pai e mãe. Ou seja, um casal de homens ou um casal de mulheres ter o direito de criem uma criança como família.

 

·         Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão.

o   Obs.: Incentivar a prostituição ao invés de incluir estas pessoas na sociedade.

 

 

A campanha do Instituto IPCO, é para esclarecer a população Brasileira sobre o programa do governo, PNDH/3.

Durante a campanha, a população de Ribeirão Preto acolheu muito bem os voluntários os do IPCO, quando derrepente chega uma moça dizendo, “eu sou a presidente do conselho homossexual de Ribeirão Preto, e vou chamar todos os homossexuais da cidade e nos vamos fazer uma revolução aqui...”, os voluntários não vendo problemas com a presença desta moça que se intitulou presidente do conselho homossexual de Ribeirão Preto, continuaram com a campanha normalmente em um movimento pacífico, de acordo com os princípios Católicos.


No decorrer do tempo durante a campanha foram chegando pessoas que diziam também representar o conselho homossexual da cidade, e começaram a atrapalhar o esclarecimento que os voluntários prestavam a população sobre o programa do governo. Boa parte da população que ali estava, vendo a perseguição dos homossexuais contra a campanha, assinava com mais veemência o cartão amarelo.


Em um determinado momento a presidente do conselho homossexual percebendo que não chegavam mais pessoas para dar apoio à revolução, ligou para os representantes do MST de Ribeirão Preto, tentando trazer os manifestantes do movimento sem terra, para ajudar os homossexuais atrapalharem a campanha.


O mais importante foi que o movimento homossexual, mostrou sua face, eles falam tanto de tolerância, não agüentaram trinta e dois jovens voluntários pacíficos fazendo uma manifestação. Isso é hoje, e amanha se o Católico, o Cristão ler (Levítico 18:22 Com homem não te deitarás, como se fosse mulher, é abominação.), não será perseguido? Como será?


Os trinta e dois jovens voluntários se sentiram acolhidos com o apoio da população após os homossexuais tentarem atrapalhar a campanha do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.

 

Veja como você pode se mobilizar contra o PNDH/3 >>Clique aqui<<

 

 

 

Você sabe o que é o PNDH/3?

jun 29

Vou começar a postar alguns capítulos do livro UMA HISTÓRIA QUE NÃO É CONTATA do Prof. Felipe de Aquino, assim ficará disponível na internet para fins de pesquisa, conhecimento e formação. A história "esquecida" pelos historiadores...


 

“Bem mais do que o povo hoje tem consciência, a Igreja
Católica moldou o tipo de Civilização em que vivemos e o
tipo de pessoas que somos. Embora os livros textos típicos
das faculdades não digam isto, a Igreja Católica foi a
indispensável construtora da Civilização Ocidental. A
Igreja Católica não só eliminou os costumes repugnantes
do mundo antigo, como o infanticídio e os combates de
gladiadores, mas, depois da queda de Roma, ela restaurou
e construiu a civilização.”


(Dr. Thomas Woods, PhD de Harvard-EUA / 2005)

 


 

mai 25

A Arte Precisa da Igreja?

Portanto, a Igreja tem necessidade da arte. Pode-se dizer também que a arte precisa da Igreja? A pergunta pode parecer provocatória. Mas, se for compreendida no seu recto sentido, obedece a uma motivação legítima e profunda. Na realidade, o artista vive sempre à procura do sentido mais íntimo das coisas; toda a sua preocupação é conseguir exprimir o mundo do inefável. Como não ver então a grande fonte de inspiração que pode ser, para ele, esta espécie de pátria da alma que é a religião? Não é porventura no âmbito religioso que se colocam as questões pessoais mais importantes e se procuram as respostas existenciais definitivas? De facto, o tema religioso é dos mais tratados pelos artistas de cada época. A Igreja tem feito sempre apelo às suas capacidades criativas, para interpretar a mensagem evangélica e a sua aplicação à vida concreta da comunidade cristã. Esta colaboração tem sido fonte de mútuo enriquecimento espiritual. Em última instância, dela tirou vantagem a compreensão do homem, da sua imagem autêntica, da sua verdade. Sobressaiu também o laço peculiar que existe entre a arte e a revelação cristã. Isto não quer dizer que o génio humano não tenha encontrado estímulos também noutros contextos religiosos; basta recordar a arte antiga, sobretudo grega e romana, e a arte ainda florescente das vetustas civilizações do Oriente. A verdade é que o cristianismo, em virtude do dogma central da encarnação do Verbo de Deus, oferece ao artista um horizonte particularmente rico de motivos de inspiração. Que grande empobrecimento seria para a arte o abandono desse manancial inexaurível que é o Evangelho!

Papa João Paulo II.

mai 25

 

CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II AOS ARTISTAS 1999

A todos aqueles que apaixonadamente
procuram novas « epifanias » da beleza
para oferecê-las ao mundo
como criação artística.

« Deus, vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa » (Gn 1,31).


O artista, imagem de Deus Criador

Ninguém melhor do que vós, artistas, construtores geniais de beleza, pode intuir algo daquele pathos com que Deus, na aurora da criação, contemplou a obra das suas mãos. Infinitas vezes se espelhou um relance daquele sentimento no olhar com que vós — como, aliás, os artistas de todos os tempos —, maravilhados com o arcano poder dos sons e das palavras, das cores e das formas, vos pusestes a admirar a obra nascida do vosso génio artístico, quase sentindo o eco daquele mistério da criação a que Deus, único criador de todas as coisas, de algum modo vos quis associar.

Pareceu-me, por isso, que não havia palavras mais apropriadas do que as do livro do Génesis para começar esta minha Carta para vós, a quem me sinto ligado por experiências dos meus tempos passados e que marcaram indelevelmente a minha vida. Ao escrever-vos, desejo dar continuidade àquele fecundo diálogo da Igreja com os artistas que, em dois mil anos de história, nunca se interrompeu e se prevê ainda rico de futuro no limiar do terceiro milénio.

Na realidade, não se trata de um diálogo ditado apenas por circunstâncias históricas ou motivos utilitários, mas radicado na própria essência tanto da experiência religiosa como da criação artística. A página inicial da Bíblia apresenta-nos Deus quase como o modelo exemplar de toda a pessoa que produz uma obra: no artífice, reflecte-se a sua imagem de Criador. Esta relação é claramente evidenciada na língua polaca, com a semelhança lexical das palavras stwórca (criador) e twórca (artífice).

Qual é a diferença entre « criador » e « artífice »? Quem cria dá o próprio ser, tira algo do nada — ex nihilo sui et subiecti, como se costuma dizer em latim — e isto, em sentido estrito, é um modo de proceder exclusivo do Omnipotente. O artífice, ao contrário, utiliza algo já existente, a que dá forma e significado. Este modo de agir é peculiar do homem enquanto imagem de Deus. Com efeito, depois de ter afirmado que Deus criou o homem e a mulher « à sua imagem » (cf. Gn 1,27), a Bíblia acrescenta que Ele confiou-lhes a tarefa de dominarem a terra (cf. Gn 1,28). Foi no último dia da criação (cf. Gn 1,28-31). Nos dias anteriores, como que marcando o ritmo da evolução cósmica, Javé tinha criado o universo. No final, criou o homem, o fruto mais nobre do seu projecto, a quem submeteu o mundo visível como um campo imenso onde exprimir a sua capacidade inventiva.

Por conseguinte, Deus chamou o homem à existência, dando-lhe a tarefa de ser artífice. Na « criação artística », mais do que em qualquer outra actividade, o homem revela-se como « imagem de Deus », e realiza aquela tarefa, em primeiro lugar plasmando a « matéria » estupenda da sua humanidade e depois exercendo um domínio criativo sobre o universo que o circunda. Com amorosa condescendência, o Artista divino transmite uma centelha da sua sabedoria transcendente ao artista humano, chamando-o a partilhar do seu poder criador. Obviamente é uma participação, que deixa intacta a infinita distância entre o Criador e a criatura, como sublinhava o Cardeal Nicolau Cusano: « A arte criativa, que a alma tem a sorte de albergar, não se identifica com aquela arte por essência que é própria de Deus, mas constitui apenas comunicação e participação dela ».

Por isso, quanto mais consciente está o artista do « dom » que possui, tanto mais se sente impelido a olhar para si mesmo e para a criação inteira com olhos capazes de contemplar e agradecer, elevando a Deus o seu hino de louvor. Só assim é que ele pode compreender-se profundamente a si mesmo e à sua vocação e missão.

Papa João Paulo II.