jul 15

Nem sempre o que alguns leigos, padres e bispos dizem é o que a igreja realmente diz, principalmente os que seguem a linha da Teologia da Libertação como Comunidades Eclesiais de Base "CEBs", Pastoral da Juventude "PJ" e etc.

Estas pastorais nada mais são do que movimentos comunistas, onde trabalham implantando o socialismo comunista dentro da igreja. A igreja Católica Apostólica Romana é a maior resistência a este tipo de socialismo, por isso a estratégia destes é combater enfraquecendo a igreja de dentro para fora, colocando ideais marxista na mente dos católicos ao invés do verdadeiro evangelho.

A Igreja condena todos que apoiam de alguma forma qualquer tipo de movimento e partidos comunista, direto e indiretamente.

Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista. (Papa Pio XI)

Decreto Contra o comunismo

Decreto do S. Ofício, 28 jun. (1º jul.) 1949

1 - É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira?
Resposta:
Não; o comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo.

2 - É permitido publicar, divulgar ou ler livros, revistas, jornais ou tratados que sustentam a doutrina e ação dos comunistas ou escrever neles?
Resposta:
Não, pois são proibidos pelo próprio direito (cf. CIC, cân. 1399).

3 - Fiéis cristãos que conscientemente e livremente fizeram o que está em 1 e 2, podem ser admitidos aos sacramentos?
Resposta:
Não, segundo os princípios ordinários determinando a recusa dos sacramentos àquele que não tem a disposição requerida.

4 - Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que defendem ou propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica?
Resposta:
Sim.

 

Por tanto cristão católico, obedeça a sua igreja e não apoie partidos e movimentos comunista!    

Eis alguns, PSTU, PCB, PC do B, PPS, PSDB, PT, PR, PCO, PSOL.

 

Este vídeo mostra a estreita relação entre o PT e a PJ, se organizando para bagunçar a JMJ 2013.
Note as asneiras que o lider da PJ diz.

ago 23

É Igreja proíbe o uso de bebidas alcoólicas?

 

 

Não, não proíbe e a mesma nos responde isso pelo catecismo. (Cat. 2290)

"2290. A virtude da temperança leva a evitar toda a espécie de excessos, o abuso da comida, da bebida, do tabaco e dos medicamentos. Aqueles que, em estado de embriaguez ou por gosto imoderado da velocidade, põem em risco a segurança dos outros e a sua própria, nas estradas, no mar ou no ar, tornam-se gravemente culpados."

E como pode a igreja não proibir e existir pregadores que pregam firmemente contra o consumo do álcool? O fato é que por muito tempo o discurso de muitos foi "não é proibido beber, mas tem limite, só não pode haver abusar". De fato existe um limite e a própria igreja condena qualquer tipo de abuso, excesso.

Mas nos últimos anos a cultura pregada em nossa sociedade pagã, é de que não há limites. E muitos dizem, "eu tenho consciência do que faço e sei quando parar". Infelizmente este discurso é comum nos mais fracos.

Não percebemos, mas o demônio tem usado destas frases para entrar na vida dos cristãos e levar para o buraco sem que percebam. E a juventude tem sido a maior vitima dessa astucia.

Muitos dizem: Você pode ser santo sem deixar de fazer "isso", você pode ser santo sem deixar de fazer "aquilo". Mas sabemos que a vida de um cristão esta em constante conversão e assim vamos deixando a vida velha para trás, vamos deixando costumes da vida velha. Poderíamos nos aprofundar mais neste "você pode fazer isso ou aquilo sem deixar de ser santo", mas vamos falar da bebida.

Alguns pregadores hoje pregam contra o consumo de bebidas alcoólicas pelo fato das pessoas não terem limites e acharem que tem controle de tudo por suas próprias forças. Podemos ver em festas que há bebida alcoólica que não  há limites, muitos que bebem, bebem para se embriagarem. Discurso pagão: "– Beber para não ficar bêbado não tem graça, tem que beber para ficar bêbado!".

Mas não estou falando de festas pagãs, estou falando de festas com pessoas que se dizem cristãs onde há o consumo sem qualquer preocupação de estar abusando ou não.

Existem cristãos que se abstém do consumo de bebidas alcoólicas por mortificação e oferecem este sacrifício para salvar almas. Com isso é nítido a consequência desta abstinência e mortificação que é a unção nas palavras com grande poder e eloquência em suas pregações. Isso é pagar o preço da unção. Pagamos o preso da unção com sacrifícios e mortificações. Efésios 5 18 – "E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito".

Existem aqueles que dizem: "– Mas Jesus comia e bebia com seus amigos... ". Exatamente, mas Jesus não se embriagava! É interessante como queremos nos comparar com Jesus em algumas coisas e em outras não. E fazemos uma comparação tão pobre. Esquecemos que Jesus era de um grande equilíbrio e sabedoria divina. Deveríamos e podemos dizer que bebemos como Jesus bebia, mas também temos o dever como cristãos de dizer, amo como Jesus amou, dou minha vida como Jesus doou, e me entrego na cruz por amor como Jesus se entregou. Verdadeiros imitadores de Cristo!

jul 17

Cristotecas, Baladas Santa e Santos de Calças Jeans?!?

Ao longo da minha caminha já fui a cristotecas, cristofolias e baladas santas em geral.

Mas confesso que nunca me senti a vontade nestes locais. O vazio era o mesmo de quando eu participava de baladas seculares. Algo me incomodava, mas eu não sabia o que era, afinal de contas, eram lideres jovens e padres que estavam apoiando estes eventos.

Conforme o tempo vai passando vamos buscando formações, amadurecendo na fé e conhecendo a riqueza de nossa Igreja. E assim vamos descobrindo que não precisamos renovar nada nem reinventar nada. Mas simplesmente viver verdadeiramente o que o Evangelho e a Igreja nos propõem.

Temos que esclarecer algumas coisas como algumas frases que supostamente seria do Papa João Paulo II, como, “Precisamos de Santos de Calças Jeans” e outras. Se procurarmos no google não há nenhum site confiável que diz que esta frase foi dita pelo Papa. Não há nada no site do vaticano, nem em documentos da igreja que contêm tais frases direcionadas aos jovens. (Ver no Google)

E com isso queremos justificar atividades seculares atribuindo o nome de cristo como se fosse bom. Achamos que fazendo o que o mundo faz vamos converter a juventude, vamos atrair a juventude para Deus. Isso é uma grande mentira que o demônio inseriu em nosso meio!

Um santo de nossa Igreja diz:
Quando uma pessoa entra em um baile, deixa na porta o seu anjo da guarda e o substitui por um demônio. (São João Maria Vianney - "Cura D´Ars").

Não é o as atividades do mundo dentro da igreja que vão atrair os jovens para ela, mas sim o encontro pessoal com Jesus!!!

Realmente não é fácil deixar algumas coisas mundanas, mas vamos abrir nosso coração para algumas palavras de santos padres:


Padre Mateus Maria:

 

Padre Roberto Littieri:

 

Salve Maria!!!

jun 16

Temos visto um grande esforço e movimentação intensa do governo para acabar com o cristianismo no brasil. Aprovações de leis contra a vida que a cada dia que passa da um passo a mais em seus objetivos. O movimento Gayzista que querem que nossos filhos a parti dos seis anos de idade, tenha contato com sexo, e aprendam que ser gay é norma, é bom. Agora (06/2012) ouvimos boatos que a nossa presidente Dilma que proibir programações religiosas em horário nobre (18:00 as 00:00 hora). Digo boatos porque não nada as claras, eles fazem um grande esforço para ficar tudo escondido. Podemos ver nitidamente que o governo quer eliminar o cristianismo do Brasil, acabando com os valores cristãos. Querem principalmente acabar com a igreja Católica. Isso não é só no Brasil, mas no mundo!

E é muito triste e desesperador ver os representantes dos cristãos, calados. Vemos os esforços dos evangélicos, que corajosamente colocam a cabeça a premio para defender os valores cristãos. Creio que o meu sentimento referente ao Gabriel Chalita é o sentimento de muitos Católicos que confiaram nele os seus votos. Estes votos foram dados ao próprio discípulo de satanás. Não vimos o Chalita uma vez defendendo a vida e os valores cristãos, ao contrario, sempre aliado aos comunistas “pró-morte”. Traidor de Cristo vai queimar no inferno ao lado das pessoas para quem se vendeu.

Até quando vamos ver a nossa amada igreja Católica calada, bispos e padres covardes preocupados com outras coisas ao invés de se preocuparem com as coisas de Deus. Apostatas que se preocupam com sua imagem e querem ser pacifistas, que na verdade são traidores de Jesus Cristo. Não dão a cara pra bater, não defendem nossa fé, não denunciam como João Batista porque tem medo de perderem a cabeça. 

Mas acho que estou exigindo muito. Na verdade a grande maioria dos nossos bispos e padres não ensina a verdade nem mesmo dentro das nossas igrejas. Os fiéis Católicos são verdadeiros ignorantes em suas doutrinas e fé. Não se vê um padre devorar os documentos da igreja para seus fiéis. Não se vê um padre exorta seu povo dos seus pecados sem respeito humano, não se vê um padre amando as almas querendo salva-las doando sua própria vida. Vemos frases linda, cheias de flores e perfumes, grandes poesias. Mas que não levam ninguém à conversão. Os que dizem a verdade são perseguidos, e certamente a cada dia que passa serão muito mais humilhados e flagelados em suas almas. Um verdadeiro martírio incruento.

Nós Católicos cristãos somos um grande exercito hibernado, adormecido que com muita luta podemos devastar com as trevas que avançam. Mas precisamos que nossos lideres acordem e levante a espada da fé inflamada com o poder de Deus. Precisamos acabar com esta situação de juventude hipnotizada pelas delicias do mundo e relativismo. Precisamos parar com nossos discursos hipócritas, é necessário viver a verdade e assim anunciar e denunciar. Vejo que é preciso dar um choque em nossa igreja e principalmente em nossa juventude, para que acorde deste sono profundo.

As trevas avançam descaradamente esmagando almas e precisamos reagir.

Acorda Igreja Católica.

 

OS GAYZISTAS

abr 09

 

 

Carta Apostólica
sob forma de Motu Proprio

Porta fidei

do Sumo Pontífice Bento XVI
pela qual se proclama o Ano da Fé


1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.

2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude» . Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado. Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.

3. Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De facto, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação.

4. À luz de tudo isto, decidi proclamar um Ano da Fé. Este terá início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, completar-se-ão também vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II, com o objectivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. Esta obra, verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II, foi desejada pelo Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985 como instrumento ao serviço da catequese e foi realizado com a colaboração de todo o episcopado da Igreja Católica. E uma Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos foi convocada por mim, precisamente para o mês de Outubro de 2012, tendo por tema A nova evangelização para a transmissão da fé cristã. Será uma ocasião propícia para introduzir o complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé. Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, proclamou um semelhante, em 1967, para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo no décimo nono centenário do seu supremo testemunho. Idealizou-o como um momento solene, para que houvesse, em toda a Igreja, «uma autêntica e sincera profissão da mesma fé»; quis ainda que esta fosse confirmada de maneira «individual e colectiva, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca». Pensava que a Igreja poderia assim retomar «exacta consciência da sua fé para a reavivar, purificar, confirmar, confessar». As grandes convulsões, que se verificaram naquele Ano, tornaram ainda mais evidente a necessidade duma tal celebração. Esta terminou com a Profissão de Fé do Povo de Deus, para atestar como os conteúdos essenciais, que há séculos constituem o património de todos os crentes, necessitam de ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das do passado.

5. Sob alguns aspectos, o meu venerado Predecessor viu este Ano como uma «consequência e exigência pós-conciliar» , bem ciente das graves dificuldades daquele tempo sobretudo no que se referia à profissão da verdadeira fé e da sua recta interpretação. Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, «não perdem o seu valor nem a sua beleza. É necessário fazê-los ler de forma tal que possam ser conhecidos e assimilados como textos qualificados e normativos do Magistério, no âmbito da Tradição da Igreja. Sinto hoje ainda mais intensamente o dever de indicar o Concílio como a grande graça de que beneficiou a Igreja no século XX: nele se encontra uma bússola segura para nos orientar no caminho do século que começa». Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: «Se o lermos e recebermos guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja».

6. A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de facto, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou. O próprio Concílio, na Constituição dogmática Lumen gentium, afirma: «Enquanto Cristo “santo, inocente, imaculado” (Heb 7, 26), não conheceu o pecado (cf. 2 Cor 5, 21), mas veio apenas expiar os pecados do povo (cf. Heb 2, 17), a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. A Igreja “prossegue a sua peregrinação no meio das perseguições do mundo e das consolações de Deus”, anunciando a cruz e a morte do Senhor até que Ele venha (cf. 1 Cor 11, 26). Mas é robustecida pela força do Senhor ressuscitado, de modo a vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas, e a revelar, velada mas fielmente, o seu mistério, até que por fim se manifeste em plena luz».

Nesta perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. Act 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz o homem numa vida nova: «Pelo Baptismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova» (Rm 6, 4). Em virtude da fé, esta vida nova plasma toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição. Na medida da sua livre disponibilidade, os pensamentos e os afectos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo pouco a pouco purificados e transformados, ao longo de um itinerário jamais completamente terminado nesta vida. A «fé, que actua pelo amor» (Gl 5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de acção, que muda toda a vida do homem (cf. Rm 12, 2; Cl 3, 9-10; Ef 4, 20-29; 2 Cor 5, 17).

7. «Caritas Christi urget nos – o amor de Cristo nos impele» (2 Cor 5, 14): é o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar. Hoje, como outrora, Ele envia-nos pelas estradas do mundo para proclamar o seu Evangelho a todos os povos da terra (cf. Mt 28, 19). Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos. Os crentes – atesta Santo Agostinho – «fortificam-se acreditando». O Santo Bispo de Hipona tinha boas razões para falar assim. Como sabemos, a sua vida foi uma busca contínua da beleza da fé enquanto o seu coração não encontrou descanso em Deus. Os seus numerosos escritos, onde se explica a importância de crer e a verdade da fé, permaneceram até aos nossos dias como um património de riqueza incomparável e consentem ainda a tantas pessoas à procura de Deus de encontrarem o justo percurso para chegar à «porta da fé».
Por conseguinte, só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus.

8. Nesta feliz ocorrência, pretendo convidar os Irmãos Bispos de todo o mundo para que se unam ao Sucessor de Pedro, no tempo de graça espiritual que o Senhor nos oferece, a fim de comemorar o dom precioso da fé. Queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda. Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver. Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste Ano, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do Credo.

9. Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde emana toda a sua força». Simultaneamente esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e reflectir sobre o próprio acto com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano.
Não foi sem razão que, nos primeiros séculos, os cristãos eram obrigados a aprender de memória o Credo. É que este servia-lhes de oração diária, para não esquecerem o compromisso assumido com o Baptismo. Recorda-o, com palavras densas de significado, Santo Agostinho quando afirma numa homilia sobre a redditio symboli (a entrega do Credo): «O símbolo do santo mistério, que recebestes todos juntos e que hoje proferistes um a um, reúne as palavras sobre as quais está edificada com solidez a fé da Igreja, nossa Mãe, apoiada no alicerce seguro que é Cristo Senhor. E vós recebeste-lo e proferiste-lo, mas deveis tê-lo sempre presente na mente e no coração, deveis repeti-lo nos vossos leitos, pensar nele nas praças e não o esquecer durante as refeições; e, mesmo quando o corpo dorme, o vosso coração continue de vigília por ele».

10. Queria agora delinear um percurso que ajude a compreender de maneira mais profunda os conteúdos da fé e, juntamente com eles, também o acto pelo qual decidimos, com plena liberdade, entregar-nos totalmente a Deus. De facto, existe uma unidade profunda entre o acto com que se crê e os conteúdos a que damos o nosso assentimento. O apóstolo Paulo permite entrar dentro desta realidade quando escreve: «Acredita-se com o coração e, com a boca, faz-se a profissão de fé» (Rm 10, 10). O coração indica que o primeiro acto, pelo qual se chega à fé, é dom de Deus e acção da graça que age e transforma a pessoa até ao mais íntimo dela mesma.
A este respeito é muito eloquente o exemplo de Lídia. Narra São Lucas que o apóstolo Paulo, encontrando-se em Filipos, num sábado foi anunciar o Evangelho a algumas mulheres; entre elas, estava Lídia. «O Senhor abriu-lhe o coração para aderir ao que Paulo dizia» (Act 16, 14). O sentido contido na expressão é importante. São Lucas ensina que o conhecimento dos conteúdos que se deve acreditar não é suficiente, se depois o coração – autêntico sacrário da pessoa – não for aberto pela graça, que consente de ter olhos para ver em profundidade e compreender que o que foi anunciado é a Palavra de Deus.
Por sua vez, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um facto privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este «estar com Ele» introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um acto da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita. No dia de Pentecostes, a Igreja manifesta, com toda a clareza, esta dimensão pública do crer e do anunciar sem temor a própria fé a toda a gente. É o dom do Espírito Santo que prepara para a missão e fortalece o nosso testemunho, tornando-o franco e corajoso.
A própria profissão da fé é um acto simultaneamente pessoal e comunitário. De facto, o primeiro sujeito da fé é a Igreja. É na fé da comunidade cristã que cada um recebe o Baptismo, sinal eficaz da entrada no povo dos crentes para obter a salvação. Como atesta o Catecismo da Igreja Católica, «“Eu creio”: é a fé da Igreja, professada pessoalmente por cada crente, principalmente por ocasião do Baptismo. “Nós cremos”: é a fé da Igreja, confessada pelos bispos reunidos em Concílio ou, de modo mais geral, pela assembleia litúrgica dos crentes. “Eu creio”: é também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus pela sua fé e nos ensina a dizer: “Eu creio”, “Nós cremos”».
Como se pode notar, o conhecimento dos conteúdos de fé é essencial para se dar o próprio assentimento, isto é, para aderir plenamente com a inteligência e a vontade a quanto é proposto pela Igreja. O conhecimento da fé introduz na totalidade do mistério salvífico revelado por Deus. Por isso, o assentimento prestado implica que, quando se acredita, se aceita livremente todo o mistério da fé, porque o garante da sua verdade é o próprio Deus, que Se revela e permite conhecer o seu mistério de amor.
Por outro lado, não podemos esquecer que, no nosso contexto cultural, há muitas pessoas que, embora não reconhecendo em si mesmas o dom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo. Esta busca é um verdadeiro «preâmbulo» da fé, porque move as pessoas pela estrada que conduz ao mistério de Deus. De facto, a própria razão do homem traz inscrita em si mesma a exigência «daquilo que vale e permanece sempre». Esta exigência constitui um convite permanente, inscrito indelevelmente no coração humano, para se pôr a caminho ao encontro d’Aquele que não teríamos procurado se Ele não tivesse já vindo ao nosso encontro. É precisamente a este encontro que nos convida e abre plenamente a fé.

11. Para chegar a um conhecimento sistemático da fé, todos podem encontrar um subsídio precioso e indispensável no Catecismo da Igreja Católica. Este constitui um dos frutos mais importantes do Concílio Vaticano II. Na Constituição Apostólica Fidei depositum – não sem razão assinada na passagem do trigésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II – o Beato João Paulo II escrevia: «Este catecismo dará um contributo muito importante à obra de renovação de toda a vida eclesial (...). Declaro-o norma segura para o ensino da fé e, por isso, instrumento válido e legítimo ao serviço da comunhão eclesial».
É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de facto, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé.
Na sua própria estrutura, o Catecismo da Igreja Católica apresenta o desenvolvimento da fé até chegar aos grandes temas da vida diária. Repassando as páginas, descobre-se que o que ali se apresenta não é uma teoria, mas o encontro com uma Pessoa que vive na Igreja. Na verdade, a seguir à profissão de fé, vem a explicação da vida sacramental, na qual Cristo está presente e operante, continuando a construir a sua Igreja. Sem a liturgia e os sacramentos, a profissão de fé não seria eficaz, porque faltaria a graça que sustenta o testemunho dos cristãos. Na mesma linha, a doutrina do Catecismo sobre a vida moral adquire todo o seu significado, se for colocada em relação com a fé, a liturgia e a oração.

12. Assim, no Ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural. Com tal finalidade, convidei a Congregação para a Doutrina da Fé a redigir, de comum acordo com os competentes Organismos da Santa Sé, uma Nota, através da qual se ofereçam à Igreja e aos crentes algumas indicações para viver, nos moldes mais eficazes e apropriados, este Ano da Fé ao serviço do crer e do evangelizar.
De facto, em nossos dias mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm duma diversa mentalidade que, particularmente hoje, reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. Mas, a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade.

13. Será decisivo repassar, durante este Ano, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. Enquanto a primeira põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade com o testemunho da sua vida, o segundo deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos.
Ao longo deste tempo, manteremos o olhar fixo sobre Jesus Cristo, «autor e consumador da fé» (Heb 12, 2): n’Ele encontra plena realização toda a ânsia e anélito do coração humano. A alegria do amor, a resposta ao drama da tribulação e do sofrimento, a força do perdão face à ofensa recebida e a vitória da vida sobre o vazio da morte, tudo isto encontra plena realização no mistério da sua Encarnação, do seu fazer-Se homem, do partilhar connosco a fragilidade humana para a transformar com a força da sua ressurreição. N’Ele, morto e ressuscitado para a nossa salvação, encontram plena luz os exemplos de fé que marcaram estes dois mil anos da nossa história de salvação.
Pela fé, Maria acolheu a palavra do Anjo e acreditou no anúncio de que seria Mãe de Deus na obediência da sua dedicação (cf. Lc 1, 38). Ao visitar Isabel, elevou o seu cântico de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizava em quantos a Ele se confiavam (cf. Lc 1, 46-55). Com alegria e trepidação, deu à luz o seu Filho unigénito, mantendo intacta a sua virgindade (cf. Lc 2, 6-7). Confiando em José, seu Esposo, levou Jesus para o Egipto a fim de O salvar da perseguição de Herodes (cf. Mt 2, 13-15). Com a mesma fé, seguiu o Senhor na sua pregação e permaneceu a seu lado mesmo no Gólgota (cf. Jo 19, 25-27). Com fé, Maria saboreou os frutos da ressurreição de Jesus e, conservando no coração a memória de tudo (cf. Lc 2, 19.51), transmitiu-a aos Doze reunidos com Ela no Cenáculo para receberem o Espírito Santo (cf. Act 1, 14; 2, 1-4).
Pela fé, os Apóstolos deixaram tudo para seguir o Mestre (cf. Mc 10, 28). Acreditaram nas palavras com que Ele anunciava o Reino de Deus presente e realizado na sua Pessoa (cf. Lc 11, 20). Viveram em comunhão de vida com Jesus, que os instruía com a sua doutrina, deixando-lhes uma nova regra de vida pela qual haveriam de ser reconhecidos como seus discípulos depois da morte d’Ele (cf. Jo 13, 34-35). Pela fé, foram pelo mundo inteiro, obedecendo ao mandato de levar o Evangelho a toda a criatura (cf. Mc 16, 15) e, sem temor algum, anunciaram a todos a alegria da ressurreição, de que foram fiéis testemunhas.
Pela fé, os discípulos formaram a primeira comunidade reunida à volta do ensino dos Apóstolos, na oração, na celebração da Eucaristia, pondo em comum aquilo que possuíam para acudir às necessidades dos irmãos (cf. Act 2, 42-47).
Pela fé, os mártires deram a sua vida para testemunhar a verdade do Evangelho que os transformara, tornando-os capazes de chegar até ao dom maior do amor com o perdão dos seus próprios perseguidores.
Pela fé, homens e mulheres consagraram a sua vida a Cristo, deixando tudo para viver em simplicidade evangélica a obediência, a pobreza e a castidade, sinais concretos de quem aguarda o Senhor, que não tarda a vir. Pela fé, muitos cristãos se fizeram promotores de uma acção em prol da justiça, para tornar palpável a palavra do Senhor, que veio anunciar a libertação da opressão e um ano de graça para todos (cf. Lc 4, 18-19).
Pela fé, no decurso dos séculos, homens e mulheres de todas as idades, cujo nome está escrito no Livro da vida (cf. Ap 7, 9; 13, 8), confessaram a beleza de seguir o Senhor Jesus nos lugares onde eram chamados a dar testemunho do seu ser cristão: na família, na profissão, na vida pública, no exercício dos carismas e ministérios a que foram chamados.
Pela fé, vivemos também nós, reconhecendo o Senhor Jesus vivo e presente na nossa vida e na história.

14. O Ano da Fé será uma ocasião propícia também para intensificar o testemunho da caridade. Recorda São Paulo: «Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade» (1 Cor 13, 13). Com palavras ainda mais incisivas – que não cessam de empenhar os cristãos –, afirmava o apóstolo Tiago: «De que aproveita, irmãos, que alguém diga que tem fé, se não tiver obras de fé? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: “Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome”, mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se ela não tiver obras, está completamente morta. Mais ainda! Poderá alguém alegar sensatamente: “Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me então a tua fé sem obras, que eu, pelas minhas obras, te mostrarei a minha fé”» (Tg 2, 14-18).
A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho. De facto, não poucos cristãos dedicam amorosamente a sua vida a quem vive sozinho, marginalizado ou excluído, considerando-o como o primeiro a quem atender e o mais importante a socorrer, porque é precisamente nele que se espelha o próprio rosto de Cristo. Em virtude da fé, podemos reconhecer naqueles que pedem o nosso amor o rosto do Senhor ressuscitado. «Sempre que fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40): estas palavras de Jesus são uma advertência que não se deve esquecer e um convite perene a devolvermos aquele amor com que Ele cuida de nós. É a fé que permite reconhecer Cristo, e é o seu próprio amor que impele a socorrê-Lo sempre que Se faz próximo nosso no caminho da vida. Sustentados pela fé, olhamos com esperança o nosso serviço no mundo, aguardando «novos céus e uma nova terra, onde habite a justiça» (2 Ped 3, 13; cf. Ap 21, 1).

15. Já no termo da sua vida, o apóstolo Paulo pede ao discípulo Timóteo que «procure a fé» (cf. 2 Tm 2, 22) com a mesma constância de quando era novo (cf. 2 Tm 3, 15). Sintamos este convite dirigido a cada um de nós, para que ninguém se torne indolente na fé. Esta é companheira de vida, que permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós. Solícita a identificar os sinais dos tempos no hoje da história, a fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença do Ressuscitado no mundo. Aquilo de que o mundo tem hoje particular necessidade é o testemunho credível de quantos, iluminados na mente e no coração pela Palavra do Senhor, são capazes de abrir o coração e a mente de muitos outros ao desejo de Deus e da vida verdadeira, aquela que não tem fim.
Que «a Palavra do Senhor avance e seja glorificada» (2 Ts 3, 1)! Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro. As seguintes palavras do apóstolo Pedro lançam um último jorro de luz sobre a fé: «É por isso que exultais de alegria, se bem que, por algum tempo, tenhais de andar aflitos por diversas provações; deste modo, a qualidade genuína da vossa fé – muito mais preciosa do que o ouro perecível, por certo também provado pelo fogo – será achada digna de louvor, de glória e de honra, na altura da manifestação de Jesus Cristo. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, credes n’Ele e vos alegrais com uma alegria indescritível e irradiante, alcançando assim a meta da vossa fé: a salvação das almas» (1 Ped 1, 6-9). A vida dos cristãos conhece a experiência da alegria e a do sofrimento. Quantos Santos viveram na solidão! Quantos crentes, mesmo em nossos dias, provados pelo silêncio de Deus, cuja voz consoladora queriam ouvir! As provas da vida, ao mesmo tempo que permitem compreender o mistério da Cruz e participar nos sofrimentos de Cristo (cf. Cl 1, 24) , são prelúdio da alegria e da esperança a que a fé conduz: «Quando sou fraco, então é que sou forte» (2 Cor 12, 10). Com firme certeza, acreditamos que o Senhor Jesus derrotou o mal e a morte. Com esta confiança segura, confiamo-nos a Ele: Ele, presente no meio de nós, vence o poder do maligno (cf. Lc 11, 20); e a Igreja, comunidade visível da sua misericórdia, permanece n’Ele como sinal da reconciliação definitiva com o Pai.
À Mãe de Deus, proclamada «feliz porque acreditou» (cf. Lc 1, 45), confiamos este tempo de graça.

Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 11 de Outubro do ano 2011, sétimo de Pontificado.


[BENEDICTUS PP. XVI]

 

abr 06

Em Resposta...

Navegando pela internet procurando algumas referencias da banda Rosa de Saron, que vejo que perderam o sentido da missão da evangelização, que falarei em um outro momento,  encontrei e um blog o seguinte titulo “André Valadão e Rosa de Saron (católica), algum problema?
Achei interessante e prestei a ler o blog, pois não sabia deste fato. O post inicia com o seguinte texto:

“Muitas religiões como budismo, islamismo, espiritismo, candomblé, catolicismo, enfim, tem propagado existir salvação fora de Jesus, através de obras de caridade, boas ações, boa conduta moral, esforço próprio, mérito pessoal, por intermédio de "santos" e entidades, enfim.”


Caro Ismael Moura, comparar o Catolicismo que é plenamente Cristão com budismo, islamismo, espiritismo, candomblé?
Dizer que o Catolicismo prega a salvação fora de Jesus?

Comparar santos com entidades (demônios)?
Na verdade vejo que alguns irmãos ”evangélicos”, “protestantes” e outros, não conhecem nada do Catolicismo!  Ou então tapam os olhos para verdade, ou até pode ser que se esforçam para serem menos inteligentes, lógico que não são todos. Não são capazes de entender que o Católico NÃO ADORA IMAGENS, os Católicos ama ao Senhor Jesus Cristo acima de todas as coisas. Santos são aquelas pessoas que dedicaram suas vidas a seguir o evangelho radicalmente, e os temos como exemplo de pessoas, exemplos de verdadeiros Cristãos que estão próximos a Jesus.

Todos são chamados a sermos santos, a seguir o evangelho com radicalidade e violências no Espírito Santo. Somos chamados a Amar com Amor gratuito.  
Existem sim, pessoas mal formadas na Igreja Católica e com muita superstição que precisamos bem formá-las com a verdade.

Neste mesmo post li que o autor conheceu uma suposta “carismática”, acho que ele quis dizer que conheceu um católico que faz parte do movimento da Renovação Carismática Católica (RCC). Também faço parte do movimento da RCC, mas acima de tudo somos Católicos Apostólicos Romano, e procuramos formação com a mente aberta, desarmados e com a ciência dada pelo Espírito Santo. Mas não deixamos de ter Mãe por ser da RCC! “Mulher, eis aí teu filho; filho, eis aí tua mãe (Jo 19, 26-27)”

Sobe o Pastor e Musico André Valadão estar junto ao Rosa de Saron em um show, não vi problema algum, até acho que ajudou a evangelizar, pois infelizmente estamos vendo que a banda Católica Rosa de Saron esta deixando a desejar. Sabemos que show é um pretexto para evangelização, e o André Valadão conduziu muito bem o louvor a nosso senhor Jesus Cristo.

Abaixo o Video da Banda Rosa de Saron e André Valadão.

jan 16

Foram necessários apenas 25 minutos para que a jovem Chiara "Luce" (Luz) Badano desse um "sim" definitivo e irrevogável a Jesus.

A postura decidida da jovem alcançou um de seus frutos mais importantes no dia 25 de setembro de 2010. Foi nesse dia que a Igreja proclamou oficialmente a italiana como Beata, a primeira integrante do Movimento dos Focolares a alcançar esse reconhecimento – a jovem era extremamente ativa no Gen (Geração Nova), setor juvenil do Movimento. Participaram da cerimônia milhares de pessoas, de mais de 40 países dos cinco continentes.

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O heroísmo possível aos 18 anos. Foi o que reconheceu hoje o Papa ao aprovar um decreto da Congregação da Causa dos Santos no qual afirma-se que Chiara Badano praticou em grau heróico as virtudes cristãs. Segundo o procedimento típico dos processos de beatificação, a jovem de 18 anos foi declarada “venerável”. É a etapa que antecede imediatamente a beatificação, quando e se será reconhecida a autenticidade de um milagre.

Chiara Luce concluiu a sua viagem terrena no dia 7 de outubro de 1990, após dois anos de uma dolorosa doença, um tumor ósseo que progressivamente a privou das forças, mas não lhe tirou a alegria de viver. Uma alegria conquistada com heroísmo.

“Existe o heroísmo quando o comportamento virtuoso se prolonga no tempo e torna-se particularmente difícil, tanto que supera o modo normal de agir, manifestando, desse modo, a constante determinação de conformar-se, em tudo, à vontade de Deus”. Assim explicou Dom Livio Maritano, bispo emérito de Acqui, que em 1990 deu início à fase diocesana do processo de beatificação.

Foi o Evangelho que a sustentou nos momentos mais difíceis de provação, e o encontro com um Deus próximo, também ele sofredor, redescoberto na figura de Jesus que sobre a cruz chega a gritar o abandono do Pai. Uma fé viva, jovem, que nutria-se abundantemente do contato com a espiritualidade da unidade e com Chiara Lubich, que ela conheceu com a idade de 9 anos.

Chiara Badano nasceu em Sassello (Savona – Itália) em 29 de outubro de 1971, após 11 anos de espera de seus pais. Em 1981, com o pai e a mãe, participou do Family Fest, em Roma – uma manifestação mundial do Movimento dos Focolares. Para todos três foi o início de uma nova vida. Na sua pequena cidade Chiara lançou-se a amar as colegas de escola, qualquer pessoa que passava ao seu lado, decidida a viver com radicalidade o Evangelho que a tinha fascinado. Logo se comprometeu, com grande ardor, entre as meninas da sua idade no Movimento.

Poucos anos depois uma forte dor nas costas, durante uma partida de tênis, causou a suspeita dos médicos. Tiveram início exames clínicos de todos os tipos para definir a causa das dores. Logo chegou-se ao diagnóstico de um tumor ósseo. Continuaram as consultas e exames, até que no final de fevereiro de 1989 Chiara faz a primeira operação: as esperanças são poucas. As jovens que partilham de seu mesmo ideal, e outras pessoas do Movimento, se alternam em visitas ao hospital, para sustentar ela e sua família com a unidade e a ajuda concreta. As internações no hospital, em Turim, tornam-se cada vez mais freqüentes e os tratamentos são muito dolorosos. Chiara os enfrenta com grande coragem. Diante de cada nova “surpresa” o seu oferecimento é decidido: “Por ti, Jesus, se tu queres eu também quero!”.

Não obstante a gravidade de suas condições logo que a saúde o permite Chiara participa pessoalmente, com alegria e entusiasmo, de tudo que acontece no Movimento dos Focolares.

Uma outra grande provação não tarda a chegar, é quando Chiara não pode mais andar. Uma nova operação, muito dolorosa, revela-se inútil. Para ela é um sofrimento imenso e encontra-se como em um túnel escuro. Mas encontra ainda a força para continuar a amar e a luz retorna. “Se tivesse que escolher entre caminhar e ir para o Paraíso – ela confia a alguém – sem hesitar escolheria ir para o Paraíso. Agora é só isso que me interessa”.

Desde pequena tinha procurado viver o Evangelho 100%, embora com os altos e baixos da adolescência. Dirigindo-se aos amigos escreveu em sua agenda:
“Saí da vida de vocês num segundo. Como eu teria desejado parar aquele trem que corria e se afastava cada vez mais! Mas ainda não entendia. Estava ainda absorvida por tantas ambições, projetos e quem sabe o que mais (coisas que agora me parecem insignificantes, fúteis, passageiras). Um outro mundo me esperava e não me restava senão abandonar-me. Mas agora eu me sinto envolvida por um desígnio esplêndido que aos poucos se revela”.

O médico que a acompanha, cético e muito crítico em relação à Igreja, fica cada vez mais profundamente tocado pelo testemunho seu e de seus pais. “Desde quando conheci Chiara alguma coisa mudou dentro de mim. Aqui existe coerência, aqui, na minha opinião, todo o cristianismo se encaixa”.

O seu relacionamento com Chiara Lubich é muito estreito e a mantém constantemente informada sobre o estado da sua saúde, suas conquistas e descobertas. No dia 30 de setembro de 1989 Chiara Lubich lhe responde: “... Vejo que você está totalmente voltada a corresponder ao amor de Deus e a dizer-lhe o seu constante ‘sim’. Eu lhe acompanho sempre com a minha oração e com todo o meu amor. Escolhi a Palavra de Vida que você desejava: ‘Quem permanece em mim e eu nele, produz muito fruto’. Um abraço Chiara, peço ao Espírito Santo que lhe dê o dom da fortaleza, para que a sua alma, pelo amor a Jesus abandonado, possa sempre ‘cantar’...”.

Embora na imobilidade Chiara é muito ativa. Pelo telefone acompanha o grupo dos Jovens por um Mundo Unido de Savona, com mensagens, cartões e cartazes faz sentir a sua presença nos Congressos e atividades, procura todos os meios para fazer com que seus amigos e colegas de escola conheçam os gen e as gen, convida muitos deles para o Genfest ’90 (encontro internacional dos Jovens por um Mundo Unido, realizado em Roma, em maio de 1990), que tem a alegria de assistir graças a uma antena parabólica montada no teto de sua casa.

No início do verão os médicos decidem interromper as terapias. É impossível parar a doença. Chiara logo informa Chiara Lubich sobre a situação. É o dia 19 de julho de 1990: “A medicina depôs as suas armas. Interrompendo os tratamentos as dores nas costas aumentaram e quase não consigo mais me mexer. Sinto-me tão pequena e o caminho a percorrer é tão árduo... muitas vezes sinto-me sufocada pela dor. Mas é o Esposo que vem me encontrar, não é? Sim, eu também repito, com você: ‘Se tu queres, eu também quero’... Tenho certeza que com ele venceremos o mundo!”.

Chiara Lubich responde imediatamente: “Chiara, não tenha medo de dizer-lhe o seu sim, momento por momento. Ele lhe dará a força, esteja certa disso! Eu também rezo  e estou sempre aí com você. Deus lhe ama imensamente e quer penetrar no íntimo da sua alma e fazer com que você experimente gotas de céu. ‘Chiara Luce’ (‘Clara Luz’, ndR) é o nome que escolhi para você. Você gosta? É a luz do Ideal que vence o mundo. Eu o mando a você junto com todo o meu afeto...”.

Com o agravamento da doença seria necessário aumentar a dosagem de morfina mas Chiara Luce se recusa: “tira a minha lucidez e é só a dor o que posso oferecer a Jesus”.

Num momento de grande sofrimento físico confia à sua mãe que o seu coração está cantando: “Eis-me aqui Jesus, ainda hoje, diante de ti...”. Tem a certeza de que logo irá encontrá-lo e se prepara. Uma manhã, depois de uma noite difícil, é espontâneo para ela repetir, com breves intervalos: “Vem, Senhor Jesus”. Às 11 horas, inesperadamente, chega um sacerdote do Movimento para visitá-la. Chiara Luce fica felicíssima porque desde cedo desejava receber Jesus Eucaristia. É o seu companheiro na última viagem.

Chiara Luce foi para o céu no dia 7 de outubro de 1990. Ela tinha pensado em tudo: nos cantos para o seu funeral, nas flores, no penteado e no vestido, que queria que fosse branco, como de uma noiva, com uma recomendação: “Mamãe, enquanto você estiver me preparando deve repetir sempre: agora Chiara Luce está vendo Jesus ... estejam felizes porque eu estou feliz”. Seu pai tinha lhe perguntado se gostaria de doar as suas córneas ao que ela havia respondido com um lindo sorriso. Logo depois da partida de Chiara Luce para o céu Chiara Lubich envia um telegrama aos pais: “Agradeçamos a Deus por esta sua obra-prima luminosa”.

A sua fama se difunde e Chiara Luce torna-se uma referência para muitos jovens que encontram na sua história um sentido para a vida, um ideal que não passa. Todos os anos, no dia 7 de outubro, aniversário de sua morte, são muitos os que se reúnem no cemitério de Sassello para recordá-la.

 

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Tributo a Chiara Luce

 

 

Fonte: http://www.focolare.org/articolo.php?codart=5746

nov 25

Recebi recentimento por e-mail um artigo que trata sobre a falácia do que o Papa disse sobre o o preservativo e achei interessante postar parte dela em meu blog.

Você tambem pode ouvir o PodCast que o Pe. Paulo Ricardo fala sobre o assunto, no inicio ele faz uma declaração da dificuldade de manter seu site no ar e em seguida fala do assunto.

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Fonte: http://padrepauloricardo.org/audio/11parresia/

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“Concentrar-se apenas no preservativo equivale a banalizar a sexualidade, e é justamente esta banalização o motivo de tantas pessoas não enxergarem na sexualidade uma expressão do amor, e sim uma espécie de droga, que aplicam a si mesmas.”

“Pode haver certos casos em que o uso do preservativo se justifique, por exemplo, quando uma prostituta usa um profilático. Este pode ser o primeiro passo no sentido de uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade, consciente de que nem tudo está perdido e não se pode fazer tudo aquilo que se deseja.”

As duas falas acima são do papa Bento 16 em entrevista ao escritor alemão Peter Seewald. O encontro deu origem a um livro: “A Luz do Mundo, O Papa, A Igreja e Os Sinais dos Tempos – Uma Conversa com Bento XVI”. O trecho sobre o uso da camisinha ganhou as manchetes do mundo inteiro porque seria

a) uma mudança de postura da Igreja;

b) um avanço que contribuiria para combater a disseminação da Aids.

Incrível! De algum modo, as duas leituras revelam má consciência em relação ao pensamento da Igreja. Cuidemos da suposta mudança de opinião do papa. Não aconteceu. Segue a mesma no que concerne à sexualidade, e não há hipótese, nem agora nem depois, de o chefe da Igreja “liberar” o uso da camisinha porque não lhe cabe. Ele não é autoridade em saúde pública ou membro de algum comitê de controle da natalidade. É o líder espiritual de uma Igreja e uma referência moral.

Ocorre que todo católico — sejamos mais amplos: todo cristão —, confrontado com o inevitável, tem um compromisso com o mal menor, SEM, NO ENTANTO, JAMAIS ABRIR MÃO, COMO FAZ O PAPA, DE DEFENDER O PRINCÍPIO E DENUNCIAR O DESVIO. Convenham: dada a situação concreta, esperavam que o papa dissesse o quê?

Disseminação da Aids

Vamos ao segundo aspecto: aquela que seria uma nova opinião da Igreja Católica contribuiria para diminuir a disseminação da doença. Isso só seria verdade caso se admitisse como fato que a suposta posição anterior contribuiria para espalhá-la. O uso da camisinha é um aspecto de uma doutrina maior que diz respeito ao amor e à sexualidade. Pode-se achar errado, contraproducente ou irrealista o pensamento da Igreja, mas não se deve tomar a parte pelo todo. É estúpido afirmar que a Igreja “é contra a camisinha”; esta é tomada apenas como um sinal do que ela considera a banalização do sexo. Mas ainda não se chegou ao essencial.

A camisinha é condenada como a evidência material de uma decisão que é de natureza moral. Para a Igreja, se há uma relação sexual amorosa, entre cônjuges, que convivem num clima de fidelidade e confiança, o preservativo não se explica. “Ah, mas isso também é polêmico!” Pode até ser, mas a polêmica é outra. É estúpido afirmar que a opinião da Igreja sobre a camisinha contribui para disseminar a Aids pela simples e óbvia razão de que, seguidas as suas recomendações, a transmissão do vírus pela via sexual seria zero. O que não é aceitável é que os indivíduos se esqueçam da Igreja ao ignorar a castidade antes do casamento e a fidelidade no matrimônio para argumentar que seguiram a sua recomendação só na hora de evitar a camisinha. Essa falácia lógica é repetida mundo afora por inimigos da Igreja e comprada pelo jornalismo sem questionamento.

Aids e África

Organizações ligadas ao combate à Aids na África saudaram a “mudança de opinião”. Huuummm… Curioso! Em muitos países do continente, a contaminação chega a atingir até 40% da população. Em Uganda, caiu para 7% — índice ainda escandaloso caso se considere a realidade mundial. E qual é a particularidade desse país? Um forte programa oficial que prega abstenção sexual aos solteiros e fidelidade aos casados. A camisinha é apenas o terceiro elemento na pregação oficial. Em suma, Uganda exerce aquela que seria, caso se lhe coubesse tal papel, o programa do Papa de combate à Aids. E o efeito é positivo. Contra os fatos e contra os números, a Human Rights Watch afirma que a política ungandense atenta contra os direitos humanos…

Edward Green é uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard. O que ele diz? O PAPA ESTÁ CERTO. AS EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS CONFIRMAM O QUE DIZ SUA SANTIDADE. Ora, como pode o papa estar certo? Em entrevistasa concedidas no ano passado aos sites National Review Online (NRO) e Ilsussidiario.net, Green afirma que as evidências que existem apontam que a distribuição em massa de camisinha não é eficiente para reduzir a contaminação na África.

Na verdade, ao NRO, ele afirmou que não havia uma relação consistente entre tal política e a diminuição da contaminação. Ao Ilsuodiario, ele fala como cientista, como estudioso, não como religioso: “O que nós vemos de fato é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento da AIDS. Não sabemos todas as razões. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos ‘risco compensação” – literalmente, nas palavras dele ao NRO: “Quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, freqüentemente perde o benefício (dessa redução) correndo mais riscos do que aquele que não a usa”.

O papa, em última instância, está afirmando o óbvio: se o indivíduo DECIDIU ter uma relação de risco, é claro que ele deve se proteger. A Igreja não atua nessa área. Seu papel é buscar interferir nos mecanismos que o levam àquela decisão.

 

Fonte: http://www.regina-apostolorum.com/2010/11/preservativo-o-que-o-papa-disse-o-que.html

out 08

Pe. José Augusto da Canção Nova, em uma homilia profética diz a verdade sobre a situação do nosso pais, e incentiva o povo cristão a se pronunciar em massa. Contra o Aborto, A Favor da Vida!!

 

ago 20

RIO - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma carta na última segunda-feira na qual pede que os fiéis não votem na candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Leia a carta na íntegra:

"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

"Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de "Deus" não seja manipulado ou usurpado por "César" e vice-versa.

"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

"Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

"Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

"Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).

"Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam.

"Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

"Dom Luiz Gonzaga Bergonzini"

 

Referencia: O Globo Online