abr 06

Em Resposta...

Navegando pela internet procurando algumas referencias da banda Rosa de Saron, que vejo que perderam o sentido da missão da evangelização, que falarei em um outro momento,  encontrei e um blog o seguinte titulo “André Valadão e Rosa de Saron (católica), algum problema?
Achei interessante e prestei a ler o blog, pois não sabia deste fato. O post inicia com o seguinte texto:

“Muitas religiões como budismo, islamismo, espiritismo, candomblé, catolicismo, enfim, tem propagado existir salvação fora de Jesus, através de obras de caridade, boas ações, boa conduta moral, esforço próprio, mérito pessoal, por intermédio de "santos" e entidades, enfim.”


Caro Ismael Moura, comparar o Catolicismo que é plenamente Cristão com budismo, islamismo, espiritismo, candomblé?
Dizer que o Catolicismo prega a salvação fora de Jesus?

Comparar santos com entidades (demônios)?
Na verdade vejo que alguns irmãos ”evangélicos”, “protestantes” e outros, não conhecem nada do Catolicismo!  Ou então tapam os olhos para verdade, ou até pode ser que se esforçam para serem menos inteligentes, lógico que não são todos. Não são capazes de entender que o Católico NÃO ADORA IMAGENS, os Católicos ama ao Senhor Jesus Cristo acima de todas as coisas. Santos são aquelas pessoas que dedicaram suas vidas a seguir o evangelho radicalmente, e os temos como exemplo de pessoas, exemplos de verdadeiros Cristãos que estão próximos a Jesus.

Todos são chamados a sermos santos, a seguir o evangelho com radicalidade e violências no Espírito Santo. Somos chamados a Amar com Amor gratuito.  
Existem sim, pessoas mal formadas na Igreja Católica e com muita superstição que precisamos bem formá-las com a verdade.

Neste mesmo post li que o autor conheceu uma suposta “carismática”, acho que ele quis dizer que conheceu um católico que faz parte do movimento da Renovação Carismática Católica (RCC). Também faço parte do movimento da RCC, mas acima de tudo somos Católicos Apostólicos Romano, e procuramos formação com a mente aberta, desarmados e com a ciência dada pelo Espírito Santo. Mas não deixamos de ter Mãe por ser da RCC! “Mulher, eis aí teu filho; filho, eis aí tua mãe (Jo 19, 26-27)”

Sobe o Pastor e Musico André Valadão estar junto ao Rosa de Saron em um show, não vi problema algum, até acho que ajudou a evangelizar, pois infelizmente estamos vendo que a banda Católica Rosa de Saron esta deixando a desejar. Sabemos que show é um pretexto para evangelização, e o André Valadão conduziu muito bem o louvor a nosso senhor Jesus Cristo.

Abaixo o Video da Banda Rosa de Saron e André Valadão.

mai 25

A Arte Precisa da Igreja?

Portanto, a Igreja tem necessidade da arte. Pode-se dizer também que a arte precisa da Igreja? A pergunta pode parecer provocatória. Mas, se for compreendida no seu recto sentido, obedece a uma motivação legítima e profunda. Na realidade, o artista vive sempre à procura do sentido mais íntimo das coisas; toda a sua preocupação é conseguir exprimir o mundo do inefável. Como não ver então a grande fonte de inspiração que pode ser, para ele, esta espécie de pátria da alma que é a religião? Não é porventura no âmbito religioso que se colocam as questões pessoais mais importantes e se procuram as respostas existenciais definitivas? De facto, o tema religioso é dos mais tratados pelos artistas de cada época. A Igreja tem feito sempre apelo às suas capacidades criativas, para interpretar a mensagem evangélica e a sua aplicação à vida concreta da comunidade cristã. Esta colaboração tem sido fonte de mútuo enriquecimento espiritual. Em última instância, dela tirou vantagem a compreensão do homem, da sua imagem autêntica, da sua verdade. Sobressaiu também o laço peculiar que existe entre a arte e a revelação cristã. Isto não quer dizer que o génio humano não tenha encontrado estímulos também noutros contextos religiosos; basta recordar a arte antiga, sobretudo grega e romana, e a arte ainda florescente das vetustas civilizações do Oriente. A verdade é que o cristianismo, em virtude do dogma central da encarnação do Verbo de Deus, oferece ao artista um horizonte particularmente rico de motivos de inspiração. Que grande empobrecimento seria para a arte o abandono desse manancial inexaurível que é o Evangelho!

Papa João Paulo II.

mai 25


A vocação especial do artista

Nem todos são chamados a ser artistas, no sentido específico do termo. Mas, segundo a expressão do Génesis, todo o homem recebeu a tarefa de ser artífice da própria vida: de certa forma, deve fazer dela uma obra de arte, uma obra-prima.

É importante notar a distinção entre estas duas vertentes da actividade humana, mas também a sua conexão. A distinção é evidente. De facto, uma coisa é a predisposição pela qual o ser humano é autor dos próprios actos e responsável do seu valor moral, e outra a predisposição pela qual é artista, isto é, sabe agir segundo as exigências da arte, respeitando fielmente as suas regras específicas. Assim, o artista é capaz de produzir objectos, mas isso de per si ainda não indica nada sobre as suas disposições morais. Neste caso, não se trata de plasmar-se a si mesmo, de formar a própria personalidade, mas apenas de fazer frutificar capacidades operativas, dando forma estética às ideias concebidas pela mente.

Mas, se a distinção é fundamental, importante é igualmente a conexão entre as duas predisposições: a moral e a artística. Ambas se condicionam de forma recíproca e profunda. De facto, o artista, quando modela uma obra, exprime-se de tal modo a si mesmo que o resultado constitui um reflexo singular do próprio ser, daquilo que ele é e de como o é. Isto aparece confirmado inúmeras vezes na história da humanidade. De facto, quando o artista plasma uma obra-prima, não dá vida apenas à sua obra, mas, por meio dela, de certo modo manifesta também a própria personalidade. Na arte, encontra uma dimensão nova e um canal estupendo de expressão para o seu crescimento espiritual. Através das obras realizadas, o artista fala e comunica com os outros. Por isso, a História da Arte não é apenas uma história de obras, mas também de homens. As obras de arte falam dos seus autores, dão a conhecer o seu íntimo e revelam o contributo original que eles oferecem à história da cultura.

Papa João Paulo II.

Tags:
mai 25

 

Para transmitir a mensagem que Cristo lhe confiou, a Igreja tem necessidade da arte. De facto, deve tornar perceptível e até o mais fascinante possível o mundo do espírito, do invisível, de Deus. Por isso, tem de transpor para fórmulas significativas aquilo que, em si mesmo, é inefável. Ora, a arte possui uma capacidade muito própria de captar os diversos aspectos da mensagem, traduzindoos em cores, formas, sons que estimulam a intuição de quem os vê e ouve. E isto, sem privar a própria mensagem do seu valor transcendente e do seu halo de mistério. A Igreja precisa particularmente de quem saiba realizar tudo isto no plano literário e figurativo, trabalhando com as infinitas possibilidades das imagens e suas valências simbólicas. O próprio Cristo utilizou amplamente as imagens na sua pregação, em plena coerência, aliás, com a opção que, pela Encarnação, fizera d'Ele mesmo o ícone do Deus invisível.
A Igreja tem igualmente necessidade dos músicos. Quantas composições sacras foram elaboradas, ao longo dos séculos, por pessoas profundamente imbuídas pelo sentido do mistério! Crentes sem número alimentaram a sua fé com as melodias nascidas do coração de outros crentes, que se tornaram parte da Liturgia ou pelo menos uma ajuda muito válida para a sua decorosa realização. No cântico, a fé é sentida como uma exuberância de alegria, de amor, de segura esperança da intervenção salvífica de Deus.
A Igreja precisa de arquitectos, porque tem necessidade de espaços onde congregar o povo cristão e celebrar os mistérios da salvação. Depois das terríveis destruições da última guerra mundial e com o crescimento das cidades, uma nova geração de arquitectos se amalgamou com as exigências do culto cristão, confirmando a capacidade de inspiração que possui o tema religioso relativamente também aos critérios arquitectónicos do nosso tempo. De facto, não raro se construíram templos, que são simultaneamente lugares de oração e autênticas obras de arte.
Papa João Paulo II.

Tags:
mai 25

A cantora evangélica Fernanda Brum deu mais um passo para a unidade entre os cristãos, surpreendendo a muitos, católicos e evangélicos, deixando de lado uma desnecessária fobia, pregada ainda por alguns. Padre Joãozinho SCJ, sacerdote e ministro de música cuja opinião tem um grande peso no meio, afirma que apesar de surpreendente para alguns, não existe polêmica em torno do tema, pois Maria faz parte do evangelho. "Algo de novo está acontecendo. Acabo de ouvir, com satisfação, a canção gravada pela evangélica Fernanda Brum: Maria. Faz tempo que a grande maioria dos evangélicos mantém um estranho pudor para falar sobre Maria. É estranho porque sendo 'evangélicos' deveriam cantar todo o Evangelho. É o que acontece nesta bela interpretação de Fernanda Brum que canta o primeiro capítulo do evangelho de Lucas. A mãe sorri e o Filho agradece."

Fonte: http://phncafelandia.blogspot.com/2009/12/fernanda-brum-grava-musica-sobre-maria.html



Tags: |